quarta-feira, 9 de maio de 2012

Perdido está


Talvez, me fosse possível te desmontar em partes sólidas e te reconstruir em partes líquidas. Talvez, seja cotidiano poder te descrever. E tudo pode ser tolice, tudo pode ser ilusório, e o que senti, nunca mais possa ser visto. Sumiu, como você. Pra onde foi? Por que se esconde? Não sei do que mais sinto falta, da beleza das coisas ou da beleza em você. Foi mais que um sorriso e um olhar, foi o simples, único e singular. Foi a leveza, a calma, a alma que reluzia em você. E agora? Onde estar? Quem mais poderá me deter? 

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